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Logística empresarial
Até
poucos anos atrás a logística empresarial, como
estrutura organizada e integrada, era solenemente
ignorada pela maioria das empresas manufatureiras e
prestadoras de serviço no Brasil.
Com a abertura comercial, a
partir do início da década de 90, tornou-se crescente a
necessidade das empresas brasileiras desenvolverem maior
competitividade nos mercados nacional e internacional.
O crescimento dos mercados
nacionais e internacionais, a expansão das linhas de
produtos e as possibilidades enormes das
telecomunicações, fazem da distribuição e do processo
logístico um conjunto importante das operações
gerenciais. As chamadas fronteiras logísticas em geral
são consideradas como as últimas etapas que podem ser
exploradas para aumentar a praticabilidade das empresas
de qualquer categoria de obter a manter
vantagens diferenciais
competitivas.
Ao analisar os conceitos
básicos de logística que são utilizados no dia a dia das
empresas, é necessário baseá-lo em uma estrutura
teórica, estabelecendo um paradigma logístico, que
podemos chamar de logística integrada.
As atividades logísticas
afetam os índices de preços, custos financeiros,
produtividade, custos de energia e satisfação dos
clientes.
No clima econômico rigoroso
de hoje, em que os mercados em expansão são poucos em
que os novos concorrentes globais estão acirrando a
competitividade, os negócios passaram inevitavelmente a
enfatizar, como ponto central, as estratégias que
estabelecem uma lealdade de longo prazo com o cliente.
O reconhecimento de que o relacionamento com o cliente é
a chave para os lucros a longo prazo trouxe consigo a
compreensão da importância crucial de estabelecer um
serviço diferenciado ao cliente. Como os mercados
apresentam cada vez mais características do alto
consumo, em que os clientes vêem pouca diferença entre
as características físicas ou funcionais do produto, há
vários produtos similares, é através da prestação
especial de serviços, que cada organização faz a sua
diferença.
Um serviço eficaz ao cliente
não se consegue somente através de empregados motivados
embora isso seja um pré-requisito, mas por meio dos
sistemas logísticos que permitam a entrega do produto
dentro dos padrões exigidos pelo cliente.
Este trabalho procura dar
uma visão geral da administração de atividades
logísticas em um ambiente organizacional. Esta
administração está voltada àquelas atividades
necessárias para deixar produtos e serviços disponíveis
aos clientes no momento, local e forma (condição)
desejados. Primeiramente, introduz-se a essência da
logística empresarial, define-se sua missão e faz-se uma
descrição de sua história.
Em seguida, aborda-se, de
maneira sucinta, as atividades primárias da logística,
sendo estas transporte, gestão de estoque e
processamento de pedidos; e incluindo também de forma
breve algumas das atividades de apoio, dentre elas:
armazenagem, manuseio de materiais, embalagem, obtenção
e administração de informações. O propósito aqui é
oferecer uma compreensão básica de cada atividade e de
sua operação mais do que tentar compreendê-las
pormenorizadamente.
Finalmente, destaca-se a
importância da logística para a obtenção da vantagem
competitiva e os desafios do gerenciamento logístico.
Conceituando
Logística
A logística empresarial
estuda como a administração pode prover melhor o nível
de rentabilidade nos serviços de distribuição aos
clientes e consumidores, através de planejamento,
organização e controles efetivos para atividades de
movimentação e armazenagem que visam facilitar o fluxo
de produtos. Ela trata de todas as atividades de
movimentação e armazenagem, que facilitam o fluxo de
produtos desde o ponto de aquisição da matéria-prima até
o ponto de consumo final, assim como dos fluxos de
informação que colocam os produtos em movimento, com o
propósito de providenciar níveis de serviços adequados
aos clientes a um custo razoável.
Existem muitas maneiras de
definir o conceito de logística. Neste trabalho
estaremos adotando o conceito de Logística definido pela
organização Council of Logistics Management - CLM:
“Logística são os processos
da cadeia de suprimentos (supply chain) que planejam,
estruturam e controlam, de forma eficiente e eficaz, o
fluxo de armazenamento dos bens dos serviços e da
informação relacionada, desde o ponto de origem até o
ponto de consumo, para satisfazer o requisito do
cliente.” CLM (2000)
Dentro da logística
integrada temos que fazer uma diferenciação entre as
variantes da logística:
A logística de
abastecimento é a atividade que administra o
transporte de materiais dos fornecedores para a empresa,
o descarregamento no recebimento e armazenamento das
matérias primas e concorrentes. Estruturação da
modulação de abastecimento, embalagem de materiais,
administração do retorno das embalagens e decisões sobre
acordos no sistema de abastecimento da empresa.
A logística de
distribuição é a administração do centro de
distribuição, localização de unidades de movimentação
nos seus endereços, abastecimento da área de separação
de pedidos, controle da expedição, transporte de cargas
entre fábricas e centro de distribuição e coordenação
dos roteiros de transportes urbanos.
A logística de manufatura
é a atividade que administra a movimentação para
abastecer os postos de conformação e montagem, segundo
ordens e cronogramas estabelecidos pela programação da
produção. Desovas das peças conformadas como
semi-acabados e componentes, armazenamento nos
almoxarifados de semi-acabados. Deslocamento dos
produtos acabados no final das linhas de montagem para
os armazéns de produtos acabados.
A logística
organizacional é a logística dentro de um sistema
organizacional, em função da organização, planejamento,
controle e execução do fluxo de produtos, desde o
desenvolvimento e aquisição até produção e distribuição
para o consumidor final, para atender às necessidades do
mercado a custos reduzidos e uso mínimo de capital.
Um outro fator importante
que surgiu com a evolução da logística foi a
Logística Reversa, que é a área da logística
empresarial associada a retornos de produtos,
reciclagem, substituição de materiais, reutilização de
materiais, descarte de resíduos e reformas, reparos e
remanufatura.
A missão do gerenciamento
logístico é planejar e coordenar todas as atividades
necessárias para alcançar níveis desejáveis dos serviços
e qualidade ao custo mais baixo possível. Portanto, a
logística deve ser vista como o elo de ligação entre o
mercado e a atividade operacional da empresa. O raio de
ação da logística estende-se sobre toda a organização,
do gerenciamento de matérias-primas até a entrega do
produto final.
Evolução Histórica da Logística Empresarial
Até a década de 40 o mundo empresarial
era caracterizado por:
·
Alta
produção;
·
Baixa
capacidade de distribuição;
·
Despreocupação com custos;
·
Inexistência do conceito de logística
empresarial.
De 1950 a 1965 surge o conceito de
logística empresarial, motivado por:
·
Uma nova
atitude do consumidor;
·
Pelo
desenvolvimento da análise de custo total;
·
Pelo início
da preocupação com os serviços ao cliente e de maior
atenção com os canais de distribuição.
De 1965 a 1980:
·
Consolidação
de conceitos;
·
Colaboração
decisiva da logística no esforço para aumentar a
produtividade da energia, visando compensar o aumento
dos fretes, conseqüência:
·
Crise do
petróleo;
·
Crescimento
dos custos da mão-de-obra;
·
Crescimento
dos juros internacionais.
Após 1980:
·
Desenvolvimento revolucionário da logística decorrente
das demandas ocasionais:
·
Pela
globalização;
·
Pelas
alterações estruturais na economia mundial;
·
Pelo
desenvolvimento tecnológico.
A evolução da logística
empresarial tem início a partir de 1980, com as demandas
decorrentes da globalização, alteração estrutural da
economia mundial e desenvolvimento tecnológico, tendo
como conseqüência a segmentação da logística empresarial
em três grandes áreas:
1.
Administração de materiais: que é o conjunto de
operações associadas ao fluxo de materiais e
informações, desde a fonte de matéria-prima até a
entrada na fábrica; em resumo é “disponibilizar para
produção”; sendo que participam desta área os setores
de: Suprimentos, Transportes, Armazenagem e Planejamento
e Controle de Estoques.
2.
Movimentação de materiais: transporte eficiente de
produtos acabados do final de linha de produção até o
consumidor; sendo que fazem parte o PCP (Planejamento e
Controle da Produção), Estocagem em processo e
Embalagem.
3.
Distribuição física: que é o conjunto de
operações associadas à transferência dos bens objeto de
uma transação desde o local de sua produção até o local
designado no destino e no fluxo de informação associado,
devendo garantir que os bens cheguem ao destino em boas
condições comerciais, oportunamente e a preços
competitivos; em resumo é “tirar da produção e fazer
chegar ao cliente”. Participam os setores de
Planejamento dos Recursos da Distribuição, Armazenagem,
Transportes e Processamento de Pedido.
Atividades
primárias da Logística
-
Transporte
-
Gestão
de Estoque
-
Processamento de Pedidos
As atividades primárias são
primordiais para atingir os objetivos logísticos de
custo e nível de serviços já que ou elas contribuem com
a maior parcela do custo total da logística ou elas são
essenciais para a coordenação e o cumprimento da tarefa
logística.
Transportes: Atividade muito
importante pois absorve de um a dois terços dos custos
logísticos. É essencial, pois nenhuma firma moderna pode
operar sem providenciar a movimentação de suas
matérias-primas ou de seus produtos acabados de alguma
forma. Adiciona valor de lugar ao produto.
Gestão de Estoques: Para se
atingir um grau razoável de disponibilidade de produto,
é necessário manter estoques, que agem como reguladores
entre a oferta e a demanda. Responsável por
aproximadamente um a dois terços dos custos logísticos.
Agrega valor de tempo ao produto.
Processamento de Pedidos:
Sua importância deriva no fato de ser um elemento
crítico em termos de tempo necessário para levar bens e
serviços aos clientes.
Apesar de transportes,
manutenção de estoques e processamento de pedidos serem
os principais elementos que contribuem para a
disponibilidade e a condição física de bens e serviços,
há uma série de atividades adicionais que apóiam estas
atividades primárias. Elas são:
Armazenagem: Refere-se à
administração do espaço necessário para manter estoques.
Envolve problemas como: localização, dimensionamento da
área, arranjo físico, configuração do armazém.
Manuseio de Materiais: Está
associada com a armazenagem e também apóia a manutenção
de estoques. Está relacionada à movimentação do produto
no local de estocagem.
Embalagem: Seu objetivo é
movimentar bens sem danificá-los além do economicamente
razoável.
Obtenção: É a atividade que
deixa o produto disponível para o sistema logístico.
Trata da seleção das fontes de suprimento, das
quantidades a serem adquiridas, da programação de
compras e da forma pela qual o produto é comprado. Não
deve ser confundida com a função de compras, pois esta
envolve detalhes de procedimento, tais como a negociação
de preços e avaliação de vendedores, que não são
relacionados com a tarefa logística.
Administração de
Informações: Nenhuma função logística dentro de uma
firma poderia operar eficientemente sem as necessárias
informações de custo e desempenho. Manter uma base de
dados com informações importantes - por exemplo:
localização dos clientes, volumes de vendas, padrões de
entregas e níveis de estoques - apóia a administração
eficiente e efetiva das atividades primárias e de apoio.
Obtendo vantagem
competitiva através da Logística
Das muitas mudanças que
ocorreram no pensamento gerencial nos últimos 10 anos,
talvez a mais significativa tenha sido a ênfase dada à
procura de estratégias que proporcionassem um valor
superior aos olhos do cliente.
A vantagem competitiva não
pode ser compreendida olhando-se para uma empresa como
um todo. Ela deriva das muitas atividades discretas que
uma organização desempenha projetando, produzindo,
comercializando, entregando e apoiando seu produto. Cada
uma dessas atividades pode contribuir para a posição de
custo relativo da empresa e criar a base para a
diferenciação.
A cadeia de valor desdobra a
empresa em suas atividades estrategicamente relevantes,
para compreender o comportamento dos custos e as fontes
de diferenciação existentes ou potenciais. Uma
organização ganha vantagem competitiva executando estas
atividades estrategicamente importantes de maneira mais
barata ou melhor do que seus concorrentes.
A vantagem competitiva surge
da maneira como as empresas desempenham estas atividades
discretas dentro da cadeia de valor. Para ganhar
vantagem competitiva sobre seus rivais, uma empresa deve
proporcionar valor para seus clientes desempenhando as
atividades de modo mais eficiente do que seus
concorrentes ou desempenhando atividades de forma que
crie maior valor percebido pelo comprador.
Não se pode mais admitir que
um "bom" produto se venda por si só e que o sucesso de
hoje esteja garantido para amanhã, temos então a
importância estratégica da logística empresarial. A
qualidade que no passado constituiu um instrumento de
competitividade é hoje um pressuposto assumido.
Podemos citar como as fontes
atuais de diferencial competitivo duradouro a vantagem
de custo. A vantagem de custo pode ser obtida através da
administração logística, que permite racionalização e
redução de custos, do aumento de produtividade por
diversos meios e da economia de escala, que leva à
diluição de custos fixos.
A concentração de produção e
armazenagem é um exemplo do diferencial de vantagem de
custo, onde em decorrência da necessidade de reduzir
custos, as empresas têm pensado e investido em fábricas
para propiciar o crescimento da produção de um conjunto
reduzido de produtos, numa única planta, com o objetivo
de obter economias de escala e centralizando estoques
visando à redução dos níveis de estoque.
Em conseqüência dessa
concentração pode-se também induzir: o crescimento dos
custos logístico, pelo aumento das distâncias e a
redução do nível de atendimento ao cliente, em função do
afastamento dos mercados. Portanto, nessas
circunstâncias torna-se necessário um grande esforço
para oferecer ao cliente um diferencial, que pode ser
obtido através da administração logística.
Pode-se afirmar então que o
gerenciamento logístico tem grande potencial para
auxiliar a organização de alcançar tanto a vantagem em
custo/produtividade como a vantagem em valor.
O desafio do
Gerenciamento Logístico
Uma das mais importantes
tendências comerciais do século XX foi à emergência da
Logística como conceito integrado que abrange toda a
cadeia de suprimentos, desde a matéria-prima até o ponto
de consumo.
A filosofia fundamental, que
está por trás deste conceito, é a do planejamento e
coordenação do fluxo de materiais da fonte até o usuário
como um sistema integrado, em vez de, como é o caso tão
freqüente, gerenciar o fluxo de bens como uma série de
atividades independentes.
Desta forma, sob o regime de
gerenciamento logístico, o objetivo é ligar o mercado, a
rede de distribuição, o processo de fabricação e a
atividade de aquisição, de tal modo que os clientes
sejam servidos com níveis cada vez mais altos, ainda
assim mantendo os custos baixos.
O ciclo de vida dos produtos
está ficando cada vez menor, essa diminuição exige
informações bem mais velozes, precisas e oportunas, que
faz com que qualquer falha na qualidade, quantidade ou
processamento da informação seja fatal para a empresa. O
que temos presenciado em muitos mercados é o efeito das
mudanças de tecnologia e da demanda do consumidor, que
se combinam para produzir mercados mais voláteis em que
um produto pode ficar obsoleto quase tão logo seja
lançado.
Esse encurtamento do ciclo
de vida tem criado sérios problemas para o gerenciamento
logístico. De modo particular, os ciclos de vida curtos
exigem prazos menores, na verdade, nossa definição de
prazo precisa ser mudada.
Tradicionalmente, prazo
(lead-time) é definido como período de tempo decorrido
entre o recebimento do pedido do cliente e a entrega do
produto. Entretanto, no ambiente atual, existe uma
perspectiva mais ampla que precisa ser considerada. O
prazo real é o tempo consumido desde a prancheta,
passando pela aquisição de material, fabricação e
montagem, até a entrega do produto final. Este é o
conceito de prazo estratégico, e o gerenciamento deste
tempo é a chave do sucesso no gerenciamento das
operações logísticas.
O meio de alcançar o sucesso
em tais mercados é acelerar o movimento através da
cadeia de suprimentos e tornar todo o sistema logístico
mais flexível e sensível a estes mercados em mutação
rápida.
Sendo
assim, os principais desafios do gerenciamento logístico
são:
1. Encurtar o fluxo
logístico:
As
empresas tendem a encurtar os fluxos logísticos e
trazê-los para próximo de suas plantas o que permite a
operação adotando-se os princípios de Just-in-Time na
entrega, e na fabricação, agilizando a colocação dos
produtos no mercado.
Entende-se por just-in-time
como filosofia de manufatura baseada na eliminação de
toda e qualquer perda e na melhoria contínua da
produtividade. Envolve a execução com sucesso de todas
as atividades de manufatura necessárias para gerar um
produto final, desde o projeto até a entrega. Os
elementos principais do Just-in-Time são: ter somente o
estoque necessário, quando necessário; melhorar a
qualidade tendendo a zero defeito; redução de tempo e
tamanhos de lotes da produção; revisar as operações e
realizar tudo isto a um custo mínimo. De forma ampla,
aplica-se a todas as formas de manufatura, seções de
trabalho e processos, bem como as atividades
repetitivas.
2.
Melhorar a visibilidade do fluxo logístico:
A
visibilidade do fluxo logístico é de vital importância
para a identificação dos gargalos de produção e na
redução dos estoques, para isto as barreiras
departamentais devem ser quebradas e as informações
compartilhadas. As estruturas devem ser voltadas para o
mercado, caracterizadas pela qualidade dos sistemas de
informação.
3. Gerenciar a
logística como um sistema:
O
processo logístico deve ser gerenciado de forma
sistêmica, pela importância na combinação da capacidade
de produção com as necessidades do mercado. É importante
que o processo reconheça os inter-relacionamentos e
interligações da cadeia de eventos que conectam
fornecedor ao cliente.
É
importante entender que o impacto de uma decisão em
qualquer parte do sistema causará reflexos no sistema
inteiro.
Os
gerentes devem identificar como finalidade principal
adicionar valor ao seu negócio pelo enfoque no fluxo de
materiais.
A
logística tem como essência a preocupação de obter
vantagem competitiva em mercados cada vez mais voláteis,
sobrevivendo às empresas que conseguirem adicionar valor
ao cliente em prazos cada vez menores.
A
finalidade principal de qualquer sistema lógico é a
satisfação do cliente. Esta é uma idéia simples, nem
sempre fácil de entender por gerentes envolvidos com o
planejamento da produção ou controle de estoque, que
parecem estar distante do mercado. O fato evidente é que
todas organizações possuem o serviço ao cliente como
meta. Em verdade, muitas pessoas de empresas bem
sucedidas começaram a examinar os padrões de seus
serviços internos para que todas as pessoas que
trabalham no negócio compreendessem que elas deveriam
prestar serviços para alguém, no caso o cliente.
O objetivo deve ser
estabelecido de uma cadeia de clientes, que liga as
pessoas em todos os níveis de organização, direta ou
indiretamente, ao mercado; o administrador é forçado a
pensar e agir de forma sistêmica, transformando a
logística, de ferramenta operacional em ferramenta
estratégica para as empresas.
BIBLIOGRAFIA
ALT,
PAULO R. C.; MARTINS, PETRÔNIO G.
Administração de Materiais e Recursos Patrimoniais.
Editora Saraiva, São Paulo, 2000.
BALLOU,
RONALD
H. Logística
Empresarial. Editora
Atlas, São Paulo, 1995.
KOTLER, PHILIP;
ARMSTRONG, GARY.
Princípios de Marketing.
LTC Editora, Rio de Janeiro, 1999, 7ª ed. |