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Conjunto de músicos geralmente
dirigidos por um regente e que
executa peças escritas para
diversos instrumentos. O termo
origina-se do grego e
significava, na Antiguidade, a
parte do anfiteatro entre a cena
e a platéia destinada à dança,
aos músicos e ao coro. O
primeiro compositor a usar um
conjunto de instrumentistas é o
veneziano Giovanni Gabrieli
(1557-1612). Mas o compositor
italiano Claudio Monteverdi
(1567-1643) é considerado o
introdutor da orquestra por ter
utilizado um conjunto de 36
músicos para fazer o
acompanhamento de sua ópera
Orfeo. Até o século XVIII, a
orquestra mantém-se formada
predominantemente por
instrumentos de corda. No século
XIX, os compositores alemães
Ludwig van Beethoven e Richard
Wagner e o francês Hector
Berlioz acrescentam às cordas
diversos instrumentos de sopro e
a orquestra ganha amplitude e
intensidade. No século XX,
compositores contemporâneos nela
incluem instrumentos de
percussão, e até mesmo
eletrônicos.
As grandes orquestras sinfônicas
são formadas por quase uma
centena de músicos. Esse número
varia de acordo com as obras a
ser executadas durante o
concerto. Em geral, a
configuração padrão de uma
orquestra de grande porte é:
- no fundo do palco ficam os
instrumentos de percussão:
quatro tímpanos, um bombo, um
gongo, uma caixa clara, uma
caixa de rufo e uma celesta;
- logo abaixo vêm os metais: uma
tuba, quatro trombones, quatro
trompetes e oito clarins;
- em frente ao maestro, os
instrumentos de sopro de
madeira: três flautas e uma
flauta picollo, quatro oboés,
quatro clarinetas e quatro
fagotes;
- à direita do maestro fica
parte dos instrumentos de corda:
dez contrabaixos, 12
violoncelos, uma harpa e os
segundos violinos;
- à esquerda do maestro, um
piano, 12 violas e os 18
primeiros violinos. |
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