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O CONHECIMENTO A UM CLICK DE VOCÊ!

 


O sadismo

Sadismo é um termo que remete ao Marquês de Sade, e remete ao uso de práticas e posturas durante uma relação, especialmente a sexual, visando submeter o parceiro. Para manter-se no poder , o sadista mantém uma postura dominante durante o ato sexual, podendo usar-se de alguns artifícios sobre o parceiro: privação sensorial (vendar os olhos e/ou amordaçar), privação motora (uso de amarras, algemas - bondage), entre outras coisas, chegando a incorrer no uso de alguma violência. Mesmo nesses casos, o objetivo é o mesmo: estabelecer posse sobre o subjulgado. As práticas envolvidas obedecem a um ritual previamente calculado, que deve ser aceito por todos os envolvidos. A organização do ato é muito importante para o sadista, pois ele precisa estar no controle a cada novo passo.

Sadismo vs. Masoquismo

   É relativamente recente a atual separação didática entre o sadismo e o masoquismo pela psicanálise. No entanto, já há um consenso entre os estudiosos de que tratam-se de ocorrências distintas. Numa relação sadista, apenas um dos envolvidos é sádico (a relação pode envolver duas, três ou mais pessoas), e não há necessariamente um masoquista em questão. Em sua maioria, não o há. Nessa relação, as práticas adotadas visam a satisfação do sádico. Numa relação de masoquismo, analogamente, a do masoquista.

Sadismo vs. Fetichismo

   A imagem clássica do sadismo é a da dominatriz de máscara e espartilho de couro ou borracha, empunhando um chicote e gritando impropérios. Essa é uma imagem comercial, mais ligada ao fetichismo do que ao sadismo ou ao masoquismo. Sadismo é uma prática, não uma fantasia. Embora se confundam, o que os diferencia é a intenção. Ao fetichista, a indumentária. Ao sadista, a sensação de domínio.

 

 

 

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