O
pára-quedas
é um
equipamento
utilizado
para
oferecer
arrasto
quando
em
movimento
através
de um
meio
fluido,
impedindo
que um
corpo
caia com
muita
rapidez.
O
primeiro
salto de
um homem
com
pára-quedas
foi
realizado
em 1797,
mas o
equipamento
permaneceu
como
simples
diversão
por mais
de um
século.
Durante
a
Primeira
Guerra
Mundial,
contudo,
transformou-se
em
eficiente
meio de
salvamento,
sendo
empregado
por
balonistas
ingleses
e
aviadores
alemães
para
escapar
de
acidentes
aéreos.
Atualmente
é
utilizado
para
salvamento
em casos
de
desastres
aéreos,
lançamento
de
tropas,
envio de
pessoal,
equipamento
de
socorro
e
suprimentos
para
regiões
inacessíveis
por
outros
meios,
etc.

Quando
fechado,
o
pára-quedas
fica
dentro
de uma
bolsa
fixada
ao
colete
do
pára-quedista.
Esse
colete
deve ser
projetado
de modo
a se
ajustar
firmemente
ao corpo
do
pára-quedista,
protegendo-o
do
violento
impulso
de
desaceleração
que
ocorre
quando o
equipamento
se abre.
É
necessário
também
que o
pára-quedas
possa
ser
descartado
facilmente
caso o
pára-quedista
desça na
água ou
com
ventos
fortes,
que
poderiam
arrastá-lo.
Alguns
segundos
depois
de
abandonar
o avião,
o
pára-quedista
puxa um
cordel
(extrator),
removendo
o pino
que
mantém
as abas
do
pára-quedas
dentro
da
bolsa.
Um
pequeno
pára-quedas
auxiliar,
localizado
entre as
abas, é
então
ejetado
por uma
mola e,
ao ser
atingido
pela
corrente
de ar,
puxa o
pára-quedas
principal
para
fora da
bolsa.
Entrando
pela
boca do
equipamento,
o ar é
aprisionado
pela
coroa e
a
pressão
criada
espalha-se
pelos
gomos,
inflando-os.
Alguns
equipamentos
possuem
dispositivos
automáticos
que
abrem o
pára-quedas
a uma
altitude
determinada.

Ao
saltar
de um
avião, o
pára-quedista
cai com
movimento
acelerado,
pois seu
peso é
maior
que a
resistência
do ar.
Quando o
pára-quedas
se abre,
a forma
semi-esférica
torna
bastante
considerável
a força
de
resistência
do ar,
diminuindo
a
velocidade.
Chega um
momento
em que a
resistência
do ar e
o peso
do
pára-quedista
se
tornam
iguais,
e este
continua
descendo
com
velocidade
constante.




Para
manter
uma
velocidade
de
descida
segura -
6,6
metros
por
segundo
-
pára-quedista
militar
emprega
um
pára-quedas
maior
que os
utilizados
para
finalidades
civis,
pois
transporta
mais
equipamentos
que um
piloto
ou um
pára-quedista
amador.
A força
com que
o
pára-quedista
atinge o
chão
eqüivale
aproximadamente
à que
resulta
de um
salto de
2,6
metros.
Os
"mergulhadores
aéreos"
descem
em queda
livre
por
centenas
de
metros,
alterando
a
velocidade
e a
direção
da queda
pela
contração
ou
distensão
do
corpo.
Por
motivos
de
segurança,
os
amadores
do
pára-quedismo
são
obrigados
a abrir
os
pára-quedas
quando
se
encontram
a pelo
menos
670
metros
de
altitude.
Um
problema
comum
nos
pára-quedas
construídos
até 1950
era a
violenta
oscilação
devida
ao
escape
do ar
pelas
bordas
do
equipamento.
Constatou-se
porém
que, se
o
pára-quedas
sofresse
um
ruptura
radical
ao ser
inflado,
não
oscilava,
mantendo
um
deslizamento
regular
na
direção
oposta à
ruptura.
A partir
dessa
verificação
foram
projetados
pára-quedas
com
razoável
grau de
controle
de
direção.
Atualmente
é
possível
controlar
o
equipamento
com
precisão
suficiente
para
atingir
um alvo
de
apenas
alguns
centímetros.